sexta-feira, 9 de maio de 2008

NADAR COM BOTOS, NUNCA FIZ NADA IGUAL NA MINHA VIDA.

Fruzsina Martinovsky HUA


Levantamos cedo como todos os dias durante do passeio. Depois da café da manha todo mundo embarcou nos barcos pequenos e fomos pescar piranhas. Ninguem teve sorte porque ninguem pegou nada do meu barco, mas vimos lugares maravilhosas durante da pescaria. Depois disso nos fomos para a casa da farinha. Isso e um lugar onde mora uma familia e eles produzem os alimentos la, para eles mesmos. Isso significa que eles nao precisam ir para o supermercado para comprar mandioca ou suco. Eles simplesmente vão no final do jardim e vindimam o que precisa por exemplo: mandioca, abacaxi ou outras frutas e verduras. O senhor da casa mostrou para nos como ele vindima acai de uma arvore com altura aproximadamente 20 metros. Nos tambem podemos tentar subir do arvore mas isso nao e tao facil como aparece. Viemos la como que eles fazem farinha, que a comida principal nessa regiao. Isso e um processo longo e eles tem que manter todas as regras exatamente porque se nao, a farinha pode ser venenosa. Para me a coisa mais interessante foi a cobra que nos achamos la e tiramos foto com ela. Naturalmente a cobra nao era venenosa (era da uma das poucas especies da Amazonia que nao e venenoso). Depois todo mundo bebeu suco de acai e comeu tapioca (que uma comida tipica nesse regiao. Voltamos para o barco onde todo mundo descanca e dormi. Almocamos e depois a tarde continuamos o nosso passeio na Rio Amazonas ate chegamos para a cidade que se chama Novo Airao. Desembarcamos so na dia seguinte. Novo Airao e uma cidade piquena com mais ou menos 12000 habitantes. A coisa mais interessante na cidade e um lugar onde todo mundo pode alimentar os golfinhos do Rio Amazonas. Nos fomos la em grupos e alimentamos eles com peixes. Quem quis entrou na agua e nadou com eles. Depois disso tomamos sorvete e fomos para o ginasio onde os meninos jogaram futebol. Antes de irmos ao porto todo mundo teve oportunidade para comprar presentes para a familia ou para nos mesmos. Eu comprei uma camisa com motivos indigenas que eu achei muito bonita. A tarde fizemos uma atividade, um jogo onde todo mundo pode se conhecer melhor. Mais ou menos 8 horas comecamos preparar porque esse are a dia quando o nosso grupo dormiu na floresta. A noite todo mundo trocou de roupa, pegou uma rede, embarcamos nos barcos pequenos e comecamos a nosso passeio dentro da floresta escura. Chegamos no comeco da caminhada e fomos ate o lugar onde dormimos. Isso durou mais ou menos 10 minutos. Todo mundo andou com lanterna na mao. Chegamos ao lugar onde tinham 2 barracas e poderemos amarrar as nossas redes. Eu so tirei o sapato e a calca (porque a pijama era abaixo dela), deitei e dormi com os barulhos da floresta no meu ovido. Esses 2 dias aprendi muita coisa nova sobre a cultura e natureza brazileira e ganhei experiencias inescesiveis.


A Bandeira mais bonita do mundo.


We got up early as we did it every day during the trip. After breakfast we got in our small boats and went piranha fishing. It was not really successful because on my boat nobody caught anything but we saw amazing places during the fishing. After this we went to the farinha house. It is a place where a whole family lives together and produces everything for themselves. It means that for them it is not necessary to go to the supermarket to buy mandioc or juice. They just go to the end of the garden and harvest that they need, for example: mandioc, ananas or other fruits and vegetables. The sir of the house showed us how he harvests the acai from a tree about 20 meters high. We could try to climb up the tree too but it was not as easy as we thought. We saw how to make flour which is the principal food here in the region of the Amazonas. It is a long procedure and they have to follow every step exactly because if not, the flour could be poisonous. The most exciting part of the visit for me was when we found a snake and we took pictures with it. Naturally it was not a poisonous snake (the only that exists in this region the other species are all poisonous). After that everybody drank acai juice and ate tapioca (which is a typical food here made from mandioc). We came back to the big boat where we sleep and rest. We had lunch and then in the afternoon we continued our trip down the Amazonas river until we arrived at Novo Hairao. We went to the city only the next day. It is a small city with about 12000 habitants. The most interesting thing in the city is the place where people can feed dolphins. We went there in groups and fed them and if somebody wanted he/she could also swim with them. After this we had an ice-cream and went to the gymnasium where the boys played soccer. Before we went back to the dock everybody had opportunity to buy small presents for their family or themselves. I bought a T-shirt with Indian drawings on it.
In the afternoon we played a game together to get to know our mates better. At about 8 o’ clock everybody started preparing because this was the day when we slept in the forest. Everybody changed their clothes, got a hammock, and we started our trip by boat in the dark to the forest. We arrived at the starting point and continued trekking to the place where we would sleep. Everybody walked with a flash light in their hand. It took about 10 minutes to arrive. There were 2 shelters there where we could tie our hammocks. When it was ready I took off my shoes laid down and fell asleep quickly with the noises of the forest in my ears. I think it is really beautiful. In these two days I got to know a lot of new information about the Brazilian culture and nature and got experiences that I will never forget.


Kris, junto das meninas super poderosas
Intercambistas em momento de confretarnização

Charity em seu primeiro contato com os Botos.
Fruzsina alimentando Botos em Novo Airão.
Cecilie acariciando os Botos, momentos inesquecivel.
Loet tentando pegar Botos da Amazônia.
Intecambistas nadando com os Botos em Novo Airão.

Carol pescando piranhas.
Meninas fazendo tapioca na Amazônia.
Russel relaxado durante o passeio de canoa.
Nova tribo indigena da Amazônia.
Apresentação durante a viagem.




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